quinta-feira, 5 de abril de 2012

10 razões para um novo Zeitgeist do Capital Humano

Porquê que agora damos mais importância ao equilíbrio entre a vida pessoal e profissional ou à satisfação no trabalho?
Porquê que agora o pessoal é valorizado em vez de desmoralizado?
Cada vez mais, e mesmo neste clima de percentagens elevadas de desemprego, as pessoas procuram comodidade.

E porquê? Existem 10 razões…
1. Atrair trabalhadores competentes para a função adequada.
Um estudo global constatou que 60% das empresas norte americanas têm dificuldades em atrair os candidatos mais indicados e críticos em relação às suas competências.

2. A escassez de talento pode indirectamente suprimir as inovações e os lucros.
Num estudo 1 em cada 4 CEOs refere que não foi capaz de aproveitar uma oportunidade de mercado ou, teve que cancelar ou atrasar uma estratégia devido à falta de talentos. 1 em cada 3 refere que esta escassez irá ter um impacto na inovação.

3. Trabalhadores insatisfeitos têm a iniciativa de procurar outras oportunidades.
84% dos trabalhadores planeiam procurar uma nova posição em 2012. Metade dos trabalhadores não se sentem “valorizados” no trabalho.

4. O engagement dos trabalhadores pode aumentar a lealdade.
Os trabalhadores envolvidos nas suas empresas deram mais 57% do seu esforço e 87% dos mesmos não consideram a opção de se demitirem. Os trabalhadores que se sentem mais valorizados apresentam uma saúde mental e física melhor, mais satisfação e motivação, do que os que não se sentem valorizados.

5. Os trabalhadores estão stressados.
Dois terços dos trabalhadores apresentam níveis elevados de stress afectando a sua capacidade de produção.

6. Os trabalhadores querem uma vida profissional com mais significado.
Uma larga percentagem dos trabalhadores sentem-se insatisfeitos com as suas organizações, apáticos em relação ao seu trabalho e/ou stressados. A forma de torná-los mais satisfeitos é manter um progresso consistente no seu trabalho e, consequentemente, torná-lo significativo.

7. Iniciativas no local de trabalho relacionadas com o bem-estar estão a ganhar terreno.
Quando a saúde e o bem-estar são promovidos no trabalho, os trabalhadores têm 8 vezes mais probabilidade de estarem engaged e 3 vezes mais de serem produtivos.

8. A resiliência no trabalho tem de ser aumentada para mantermo-nos competitivos.
Uma pessoa resiliente tem a capacidade de absorver situações complexas e stressantes e mesmo assim funcionar de forma eficaz e eficiente. A resiliência permite aos trabalhadores lidarem com grande quantidade de informação e expandirem a sua criatividade.

9. Mudanças nas estratégias de gestão de talento.
Existem 4 questões críticas em relação ao talento: gestão de um pessoal global, competição por líderes com as competências adequadas, um pessoal a envelhecer e a identificação, desenvolvimento e retenção de futuros líderes.

10. A disposição e o conjunto de competências de trabalhadores a voltar a trabalhar depois do despedimento.
O facto das pessoas serem despedidas neste clima económico instável, poderá provocar raiva ou baixa auto-estima. Estes trabalhadores, quando readmitidos, necessitam de uma atenção extra. 

In "Judy Martin - Forbes"

Novos tempos requerem novas medidas! Novas estratégias!
Estratégias como programas wellness ou que envolvam a importância da satisfação no trabalho, do equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, entre outras razões acima mencionadas. 
Qual destas razões vemos frequentemente na nossa empresa, na nossa cidade?